Em 1970, o armazenamento de dados era bem diferente do atual, com tecnologias como a unidade de células de dados IBM 2321 (MARS) se destacando por sua capacidade de armazenar cerca de 400 megabytes usando tiras magnéticas em um tambor rotativo.

Este sistema, apesar de complexo, com um mecanismo que selecionava e posicionava as tiras para leitura/gravação, oferecia uma capacidade significativamente maior que as unidades de disco da época.

Embora mais lento que as unidades de disco (600ms no pior caso vs 85ms do IBM 2311), o IBM 2321 era uma solução inovadora para as necessidades de armazenamento da época, podendo ser conectado em múltiplos dispositivos para aumentar a capacidade.

Apesar de seu design engenhoso, o sistema apresentava problemas como ruído excessivo, necessidade de lubrificação especial e conflitos de acesso quando múltiplos programas tentavam acessar o tambor simultaneamente, contribuindo para sua obsolescência.
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